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Reforma Tributária: split payment,preço, imposto e fluxo de caixa entram em uma nova equação

Portal Contábeis 31 de agosto de 2026

Dinheiro que entra na conta não é, automaticamente, renda. Assim como imposto não deveria ser tratado apenas como uma despesa a pagar. A notícia sobre a previsão de obrigatoriedade do split payment em 2028 chama atenção para uma mudança importante: o sistema tributário caminha para uma arrecadação cada vez mais integrada ao momento do pagamento. E isso me leva a três pontos que considero importantes para uma empresa:

1 - Reforma tributária: Não basta conhecer as novas regras. É preciso entender como IBS, CBS, créditos e a própria dinâmica de recolhimento vão afetar preço, margem e operação.

2 - Revisão tributária: Nem todo dinheiro que entra na conta é renda tributável. E nem todo imposto pago pela empresa significa que ela pagou o valor correto. Revisar o passado também pode fazer parte da estratégia.

3 - Fluxo de caixa: Tributo tem prazo. Caixa também tem ciclo.Uma empresa que consegue prever suas obrigações, preservar capital de giro e organizar seus pagamentos ganha algo que muitas vezes não aparece diretamente no DRE: poder de decisão. Por fim, não é apenas pagar imposto (carga tributária altíssima) É pagar o que é devido, no momento correto, sem perder margem e sem estrangular o caixa. Como a reforma tributária está sendo tratada hoje na sua empresa: como obrigação ou como variável estratégica?

Observações:

1º A informação está em circulação, mas a fonte deve ser sempre consultada. Neste caso, vale acompanhar diretamente as orientações oficiais da Receita Federal.

2º Para entender como a Reforma Tributária pode afetar sua empresa, seu preço, sua margem e seu fluxo de caixa, acompanhe as informações oficiais da Receita Federal.

Fonte original: Portal Contábeis — ler no site oficial

Conteúdo reproduzido para informação dos clientes da Astecol. Em caso de dúvida sobre como isso afeta a sua empresa, fale com a nossa equipe.

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